sábado, 6 de novembro de 2010

Humanamente te amo



É cedo, eu sei...
Mas para amar não há tempo.
Para amar basta existir,
E existimos...

Quis a vida que nos
Encontrássemos.
Quis o mundo que nos
Olhássemos.
Quis o amor que nos
Tocássemos.

E ao tocar a vida vibrou
O mundo mudou
E o amor sublimou

E agora que o ser amado
Tornou-se o ser amante
Há o desejo, a alegria, a dor...

O desejo da presença
A alegria do amor
A dor da ausência

Há a prisão doce e cálida
Do amor que liberta.
Há a loucura pura e mansa
Do desejo que alimenta.

Há a sensação infinita
Do amor que sabendo-se finito
Estende-se intensamente
Ao extremo da paixão

Inflama...queima... arde...
Mas não dói,
Porque é puro e compassivo.
Te amo!!!
                    
                                                                                                                          Nayara  Machado 

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